Um Livro Maldito entre os Malditos [por Shirlei Massapust]
Em 1971, Jacques Bergier publicou “Lês Livres Maudits”, onde disserta sobre os prós e contras da censura e destruição de certos livros ao longo dos séculos. Depois de aceitar a hipótese de que o tarô resume um papiro egípcio e que Madame Blavatsky traduziu um livro extraterrestre, ele estranhamente nega a antiguidade de I Enoch:
Não existe o Livro de Enoch contemporâneo à Bíblia, como certos ingênuos crêem. Não há razões sérias para se crer que os dois livros de Enoch datem dos gnósticos. Mesmo em estado de manuscrito, não aparecem antes do século XVIII.[1]
Em verdade as cópias aramaicas dos cinco livros de Enoch existentes hoje só não são contemporâneas da mais antiga cópia de uma Bíblia completa porque eles são mil anos mais antigos (datação comprovada por teste de C-14). O enxerto resumido no capítulo sexto do hebraico moderno foi datado por análise filológica na segunda Idade do Ferro. Então ele é, de fato, insofismavelmente, mais antigo formal e materialmente. Read more










